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Black Friday ou Black Fraude - Não caiam nessa novamente!

Em novembro de 2013, um artigo da revista Forbes fez pesadas críticas ao que ela chama “Black Fraude” brasileira.
Black Friday no Brasil
tudo pela metade
do dobro

Para a revista, uma tradição exclusivamente americana, está sendo imitada no Brasil onde o comércio encontrou uma maneira de enganar as pessoas. Veja nos parágrafos seguintes, o que o autor do artigo, o jornalista Kenneth Rapoza, conta sobre o comércio varejista e os consumidores brasileiros.

Enquanto o Black Friday dos EUA é um evento que incrementa as vendas e antecipa as compras de Natal, no Brasil os varejistas fraudam compradores ávidos, felizes de participar de uma tradição americana que é tão estranha para eles como a lua.

Infelizmente, fora da originalidade do Carnaval e dos campos de futebol, o Brasil está tentando imitar o dia em que milhares de americanos acampam nas calçadas geladas em frente ao Walmart, Target, BestBuy, Toys4Us e muitas outras lojas, todos com o espírito de gastar o seu tempo e seu precioso dinheiro, na busca de um Panasonic de tela plana ou X Box One para conectar nele.

A reportagem destaca o fracasso do evento em 2012 quando “algumas lojas simplesmente aumentaram seus preços semanas antes da Black Friday para reduzi-los no dia do evento, a fim de dar aos consumidores uma falsa sensação de que os preços caíram vertiginosamente”.

Dia de Ação de Graças


O dia de Ação de Graças tem suas raízes históricas nas tradições religiosas e culturais, tem sido comemorado de uma forma secular, dedicado aos seus pioneiros, como um feriado nacional primeiramente nos Estados Unidos e Canadá, uma celebração de agradecimento em bênção da colheita do ano e a do ano anterior.

O dia é comemorado na última quinta-feira de novembro nos Estados Unidos e na segunda segunda-feira de outubro no Canada.


Um dia dedicado as cerimônias de agradecimento, que remonta das tradições religiosas inglesas que datam da reforma protestante no reinado de Henrique VII, em reação ao grande número de feriados religiosos no calendário católico.


Antes de 1536, haviam 95 feriados e foram reduzidos para apenas 27 feriados da Igreja, além de 52 domingos, onde as pessoas eram obrigadas a renunciar ao trabalho para frequentarem a igreja e pagar caro por essas celebrações. Com a redução dos feriados religiosos aumentou-se a colheita, portanto foi assim que começaram os agradecimentos a colheita.

Podemos até afirmar que o dia de Ação de Graças – Tanksgiving - é um dos dias mais importantes do ano, onde o povo americano aguarda com ansiedade por essa semana, para celebra-lo junto de sua família.

Foi assim que o comércio americano encontrou a fórmula para retribuir a sua colheita do ano anterior, a fórmula do agradecimento, retribuindo com generosidade aos seus clientes, com descontos generosos, justamente um dia depois de seu dia de Ação de Graças, criando o que convencionou-se chamar de “black-Friday”. Uma fórmula inteligente de se aproximar, aumentar a credibilidade e a fidelidade junto de seus clientes, fato que não acontece no Brasil.


 Fontes: AOL, Google, Forbes, Yahoo USA, Inter news, Wikipedia

3 comentários:

  1. De acordo com a Yahoo.com de 30/11/13, Black Fraude está de volta
    A publicação critica o evento no Brasil, destacando as fraudes e os problemas ocorridos nas edições anteriores, como falta de produtos, demora na entrega e, principalmente, descontos “falsos.”
    “Se os brasileiros fizessem uma Black Friday direito, eles teriam pessoas acampadas em frente ao Pátio Higienópolis quinta-feira à noite”, alfinetou o site. “Enquanto o Black Friday nos Estados Unidos é um dia de negócios, no Brasil ele é conhecido como o dia da fraude.”
    No texto, a Forbes ressaltou ainda a preparação do governo e de entidades de proteção ao consumidor para que o evento de hoje não repita problemas passados. “O departamento de defesa do consumidor de São Paulo [Procon-SP] divulgou uma lista na última terça-feira com as 325 empresas que devem ser evitadas no evento.”
    Outra medida destacada pela publicação foi o código de ética elaborado pela camara-e (Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico), que tem o objetivo de proteger consumidores e varejistas durante o evento por meio de normas de conduta e boas práticas para promoções de e-commerce. Se empresas violarem o código, elas serão proibidas de participar do evento em 2014.

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  2. O que não consigo entender, porque nós brasileiros não criamos um nome nosso? Porque copiar tudo? Isso transformou-se no dia da vergonha nacional!
    Que tal, nomes assim; “super 25” (alusão a rua 25 de março)
    Que tal, “Dia dos heróis”, (alusão aos campeões, bi, tri, e tetras)
    Que tal, “Carnaval de preços”,
    Que tal, “dignidade nacional”,
    Que tal, “Verde – Amarelo”,
    Que tal, “amor nacional”
    Como o Brasil é futebol o tempo inteiro, que tal “dia do futebol nacional”
    E vai por esse caminho...
    Neste pais é só tirar a porra da vantagem, até na história de outro país nos metemos...
    Que tal, “vantagem nacional”,
    Neste país é bunda pra todos os lados, que tal dia da “beleza nacional”
    Lauro

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  3. Bom dia Lauro,
    Você tem razão!
    Gostei de ler o “dia da vantagem”.
    O americano tem um surrado “dito popular”, que está escrito por todos os lados, “There’s no lunch free”, ou seja, nada é de graça, “não existe almoço de graça”, pode-se interpretar como, “ninguém da nada prá ninguém”, e como não há bolsa-família, prá sustentar marmanjo. Todos tem que trabalhar, se querem usufruir do bem bom!
    Porém, antes de nos aventurarmos numa vantagem, em uma arriscada negociação, devemos sempre lembrar da máxima, “TODO NEGÓCIO É BOM, QUANDO FOR BOM PARA AMBOS oS LADOS”!
    Assim, como no comércio de hoje, nao existe gente boba, ninguém da nada prá ninguém, quando a coisa é muito boa, sempre desconfie antes de comprar “gato por lebre”.

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