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Preso à família, um caso espiritualista – Por Luciana Costa


Um espírito recém-desencarnado, ao sofrer o acidente de carro que tirou sua vida física, viu-se instantaneamente no lar onde residira com sua esposa, os três filhos e seus pais já idosos.

Isso ocorreu, porque no momento em que viu a carreta descontrolada indo na direção do seu automóvel, o primeiro pensamento que lhe veio à mente foi o da sua família. Devido à gravidade do acidente sua desencarnação foi instantânea.

Ao ver-se em casa, acreditou que a imagem do acidente não passara de um sonho.

Sua esposa estava na cozinha auxiliando a empregada no preparo da refeição quando se aproximou e sentindo o cheiro agradável da comida, exclamou:

“– Bobó de camarão! Minha comida preferida!

A esposa nada sentira quanto a sua presença, no entanto a empregada sim e disse à senhora:

Nossa! Estou sentindo o perfume do seu marido. Acho que ele voltou!

A esposa olhou-a assustada e respondeu:

Imagina! Ele saiu bem cedo. Nem sequer havia amanhecido quando apanhou o carro para sair. Pelo horário deve estar chegando ao seu destino. Sabe o que eu acho? Ele deve estar pensando no bobó de camarão, pois lhe disse que faria e guardaria um prato para ele.

As duas começaram a rir.

O espírito acreditava que as duas estavam brincando com ele, fingindo não vê-lo, ao mesmo tempo em que falavam de sua pessoa. Contudo, lembrou-se de que acordara cedo e de que faria uma longa viagem a trabalho. Sentiu-se confuso e foi em direção ao quarto.

Sem sucesso tentou organizar seus pensamentos. Procurou uma roupa para vestir. Tirou a social que vestia e pôs uma mais confortável. No entanto, viu-se com a mesma roupa que colocará para sair. Desesperado e acreditando estar sofrendo de alguma confusão mental foi ao encontro da esposa.

Querida! Querida! Precisamos conversar. Tem algo de muito errado acontecendo comigo.

A esposa nada percebeu. E mais uma vez a empregada sentiu o seu forte perfume. No entanto, preferiu não comentar. Nervoso e julgando que aquela brincadeira havia passado dos limites saiu à procura dos pais que estavam na varanda conversando.
Pai! Mãe! Os senhores estão bem?

Achando que os dois velhinhos não ouviram a pergunta, repetiu-a. Extremamente incomodado com aquela situação os advertiu:

– Não estou apreciando a brincadeira que estão fazendo comigo. Preciso conversar com alguém. Acredito estar sofrendo de algum transtorno psicológico.
Seu pai, voltando-se para sua mãe, disse:

Será que nosso filho chegou? Até agora não ligou. Estou preocupado.

– Preocupado, por quê? Nosso filho é um ótimo condutor. Com certeza deve ter enfrentado algum engarrafamento. Logo dará notícias. Disse sua mãe.

Voltando-se para os pais exclamou:

Pai! Mãe! Até vocês? Posso saber quem inventou essa brincadeira desagradável? Quero que saibam que se a intenção era me irritar, conseguiram. Vou descansar e quando retornar quero que acabem de uma vez com essa bobeira.

Dirigiu-se ao quarto e tentou trocar as vestes, no entanto, viu-se mais uma vez com a roupa que vestira antes do acidente.

Desesperado desceu as escadas gritando pela esposa, dizendo que necessitava urgentemente de um médico. Ao chegar na sala a viu aos prantos com o telefone nas mãos. Preocupados todos se acercaram da mulher que, quase sem forças para falar, disse-lhes que seu marido havia morrido num acidente de carro.

Com muita raiva o espírito desencarnado bateu com suas mãos fluídicas na mesinha de centro da sala e viu o vidro quebrar-se. No entanto, segundos depois a mesinha continuava intacta. Começou a sentir uma forte angústia, um desespero a ponto de suas forças lhe faltarem. Aos prantos começou a perceber que seus familiares não lhe pregaram uma peça. Eles realmente não o viam, porque ele havia desencarnado. Quando seus filhos chegaram e receberam a notícia da sua desencarnação sua dor foi ainda maior. Dizia a si mesmo que não podia ser verdade. Como ele estava morto se continuava ali, ao lado dos seus, se sentindo vivo? Permaneceu junto dos familiares. Não teve coragem para acompanhá-los ao velório, aguardando-os em casa.

Ninguém irradiou pelo seu espírito. Ninguém tinha condições psíquicas para criar ponto de apoio para que os amigos espirituais pudessem encaminhá-lo para a dimensão psíquica que fazia jus. Todos desconheciam a vida espiritual e nunca se prontificaram a aprender algo sobre ela.

Os dias foram passando e o espírito continuava junto aos seus sentindo todas as necessidades como se encarnado estivesse. Nos horários das refeições alimentava-se com os familiares. Inicialmente sugava da contraparte etérea dos alimentos a vitalidade anímica. Mas não demorou para vitalizar-se acoplado ao duplo etéreo dos seus, principalmente ao da esposa. Não fazia de propósito. Era quase que instintivo.

A empregada, médium olfativa, vivia sentindo o cheiro do perfume do ex-patrão pela casa. Contudo, como nada conhecia sobre a vida espiritual, achava normal. A esposa definhava a cada dia. Teve de iniciar um tratamento com antidepressivos. Os filhos já não iam bem nos estudos. Seus pais desejavam morrer. Ninguém aceitava a trágica desencarnação do ente querido. Em contrapartida, o próprio desencarnado não aceitava sua desencarnação. A atmosfera fluídica do lar tornava-se nostálgica a cada dia. O corpo fluídico do espírito desencarnado se densificava, ajustando-se às densas vibrações impressas no ambiente.


Contudo, a família necessitou dos serviços de um bombeiro hidráulico. A empregada entrou em contato com o profissional para contratar seus serviços. Era um homem de meia-idade, praticante e estudioso do espiritualismo.

Ao desligar o telefone, fora inspirado pelos amigos astrais a se preparar espiritualmente antes de se direcionar para a casa na qual prestaria serviço. E assim o fez.

No dia seguinte, chegando à casa da família, sentiu a atmosfera pesada do ambiente. Todavia, devidamente preparado e consciente dos seus deveres, manteve seu pensamento ligado aos amigos astrais. Seu campo áurico estava envolvido pelas nobres vibrações dos espíritos intermediários que o protegiam de ataques externos.

O espírito desencarnado tentou se aproximar do profissional para junto da esposa observar o trabalho que executaria. Contudo, fora impedido de se aproximar. Sem entender o que ocorria permaneceu observando de longe. Os espíritos intermediários que acompanhavam o profissional sabiam o que encontrariam no ambiente fluídico da casa. Com o nobre propósito de ajudar os envolvidos, dois intermediários fizeram-se visíveis ao espírito que assustado lhes perguntou:

Quem são vocês? Como conseguiram entrar aqui?

Um dos intermediários respondeu:

Meu amigo, não percebe que não mais pertence a este plano e que seus tão queridos e protegidos entes queridos estão definhando com sua presença e o próprio amigo também está se prejudicando?

Muito nervoso o espírito esbravejou:

Não quero ficar longe dos meus. Eu os amo! Não queria morrer. Não estava na minha hora. Não veem que não posso viver sem eles?

Com muita paciência e respeito o intermediário respondeu:

Meu amigo, não há distância entre almas afins. Amar é querer o bem de quem se ama. É valer-se de nobres recursos para fazer o bem a quem amamos. Permita-se perceber. Sua esposa morre aos poucos, dividindo com o amigo suas energias anímicas. Há quanto tempo que o espírito dela não se retempera nas dimensões psíquicas que faz jus! Ela vive sob fortes efeitos de tranquilizantes. Se continuar assim desencarnará prematuramente. Ao se desdobrar, quando os fortes medicamentos permitem, vai com o amigo a ambientes fluídicos que prejudicam mais ainda seu corpo fluídico. É isso que o amigo quer? Quer que ela desencarne para lhe fazer companhia? E os seus filhos que sentem a sua falta, terão de ficar sem a mãe? Veja os seus pais que perdem a cada dia a vontade de viver! E sentindo, a seu modo, sua presença essa vontade se intensifica dia após dia. Meu amigo, vença o egoísmo. Desprenda-se das falsas aparências, de tudo o que é material. Se quiser ajudar sua família, precisa se ajudar.

Enquanto o intermediário lhe orientava outros vibravam luz no seu espírito sem que os percebesse.

Chorando disse ao intermediário:

- Mas eu não os verei mais!

O intermediário respondeu:

– Quem lhe disse isso? É comum os encarnados terem uma visão distorcida da vida espiritual e carregarem essas impressões após a desencarnação. O amigo, inicialmente, até se restabelecer ficará sem vê-los, mas não significa que não terá notícias deles. E depois poderá trabalhar para ajudá-los a sair da cegueira que se encontram quanto à vida espiritual. Nada nesse universo, meu amigo, acontece por acaso.
Quando for conduzido à dimensão espiritual que faz jus, após se recuperar, entenderá tudo o que lhe ocorreu. Dê-se essa oportunidade. Permita-se ser ajudado para ajudar os seus. Ao ajudarmos o amigo estaremos auxiliando a sua família. Valer-nos-emos dos recursos psíquicos que dispusermos para orientá-los ao estudo de si mesmos. Está vendo aquele senhor que conserta o encanamento do banheiro da casa? Ele é um dos nossos autênticos pontos de apoio. Através de suas irradiações à humanidade realizamos tarefas importantes quanto ao esclarecimento dos nossos irmãos em essência encarnados e desencarnados. Não se preocupe, o inspiraremos a irradiar pela sua família, criando-nos o ponto de apoio necessário para auxiliá-los na evolução espiritual.

Após a orientação dos intermediários o espírito permitiu-se ser ajudado. Uma equipe de intermediários, chamados vibratoriamente pelos amigos astrais, conduziu o espírito para a dimensão psíquica condizente ao seu restabelecimento.

Antes que o profissional terminasse o serviço, os intermediários realizaram a limpeza psíquica no ambiente. Os membros da família sentiram-se mais leves e dispostos.

Como haviam prometido, os intermediários inspiraram o profissional a irradiar pelos membros daquela família. Apoiados nas suas valiosas vibrações conseguiram auxiliar a todos.

Preso à família, um caso espiritualista
Por Luciana Costa

A autora Senhora Luciana Costa, nasceu, cresceu e foi educada dentro dos principios espiritualistas da Doutrina racionalista cristã.

Acrescenta que estas obras foram construídas com a ajuda espiritual de muitos amigos astrais, espíritos do Astral Superior e intermediários a seu serviço, como Amílcar Lopes Cabral, Augusto Messias de Burgos, Mahatma Gandhi, Custódio José Duarte e Antônio Pinheiro Guedes, todos orientados por Padre Antônio Vieira, que trabalham com outros grandes espíritos para o esclarecimento espiritual da humanidade, todos seus irmãos em essência.

Assim, apresentamos estes primeiros volumes de Cenários Psíquicos.

Custo de cada volume:
em Dollar; US$9,00
em Euros;  10,00 €
em Reais;  R$34,00
Mais o frete.

Os interessados poderão contatar diretamente a autora, Senhora Luciana Costa, através:
Facebook:
www.facebook.com/luciana.costa.3133719
Skype:
Luciana.costarc, ou
por Email:

6 comentários:

  1. Respostas
    1. Obrigada, José Augusto Almeida.
      Grande abraço!

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  2. Gostei muito desse capítulo do livro. Parabéns Luciana. Informações preciosas em benefício da humanidade...

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    1. Obrigada, amiga Rose Monteiro.
      Grande abraço!

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  3. Uma dica para todos antes de qualquer viaje, por menor que seja o trajeto:
    Após ter verificados todos os itens de segurança!
    Pensar no trajeto, nas pessoas que estarão juntos, numa viaje cheia de alegria e harmonia.
    Em seguida eleve os pensamentos as Forças Superiores, ou seja, aos espíritos do Astral Superior, e fazer as irradiações antes de viajar.
    Simples, como 1+1=2
    http://www.arazao.net/radiorc/limpeza-psiquica-com-explicacao.mp3
    Boa Viagem!

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  4. Parabéns, a descrição perfeita, ou a que muito disso se aproxima, de um fato que pode ser até corriqueiro na vida de muitas pessoas. É o retrato perfeito de um ambiente psíquico que é desconhecido pela maioria dos espíritas religiosos. Longe das fantasias nos mostra a realidade dura das desencarnações sem o devido esclarecimento.

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