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Kennedy - 50 anos depois de ser assassinado em 22 de Novembro de 1963

Cinquenta anos depois, os visitantes ainda prestam suas últimas homenagens.

Os turistas vem de todo o país ao Michigan. Suas vozes abafadas preenchem todo o vazio. Eles se revezam no corrimão param e olham com rostos solenes. Eles não param diante de um caixão, mas a um Lincoln Continental 1961.

O veículo é o carro da comitiva presidencial que levou o presidente John F. Kennedy pela última vez, em Dallas, no dia 22 de novembro de 1963, em exposição no museu Henry Ford, em Dearborn, Michigan.

Enquanto o país vive o 50º. Aniversário da sua morte, neste final do mês, o Lincoln tornou-se novamente o foco da curiosidade e uma sombria reflexão ao passado.


A reação que este veículo provoca nos visitantes não é muito diferente, quanto a morte do presidente: uma momentânea descrença. Os visitantes tentam reconciliar o carro de suas memórias com o carro estacionado na frente deles, e há uma boa razão, eles estão confusos. O carro nada se parece com o de 50 anos atrás.

Em seguida, ele foi pintado de azul-escuro. Hoje, ele é preto
Era um conversível, em seguida foi transformado em sedan
Este é o sedan conversível Lincoln Continental 61
(Foto: Ford Motor Company)
A verdade é que, o curso do país mudou como a morte de Kennedy, e também alterou o curso deste carro. Como resultado, esta limusine Lincoln Continental 61 é, talvez, o carro mais inovador, caluniado, reconstruído, histórico, macabro, atemporal, patriótico, revisado, antiquado, o veículo mais visitado da história americana. Um ícone automotivo. Um artefato histórico.

Os historiadores apregoam que a inocência da América morreu com Kennedy. Isso pode ser um clichê, mas, de uma certa maneira, também é verdade.

Desde que William Taft, em 1909, converteu os estábulos da Casa Branca em uma garagem presidencial, os veículos usados em cortejos presidenciais sempre sofreram modificações. Apenas pequenas alterações mecânicas, em carros similares usados por cidadãos comuns. Mas, após o assassinato de Kennedy, tornaram-se gigantes "bestas" blindadas.

Ressurgimento do Lincoln

Foi um bom momento para os carros nos Estados Unidos.

A produção de carros novos foi interrompida durante a Segunda Guerra Mundial, e as montadoras voltaram ao mercado em 1950 com alguns veículos mais elegantes e ambiciosos de todos os tempos. Uma nova cultura norte-americana foi criada, e girava em torno do automóvel.

Dwight Eisenhower
Em 29 de junho de 1956, o presidente Dwight Eisenhower sancionou a lei que criou o Sistema Rodoviário Interestadual, ligando o país de ponta a ponta. O melhor veículo que se adaptava para atravessar o continente era o novo Lincoln Continental.

"Foi absolutamente um grande carro de cruzeiro", disse Bob Kreipke, historiador da Corporação Ford. "Muito confortável e muito espaçoso... ...As pessoas dizem que aqueles foram os grandes velhos barcos e coisas parecidas, mas aqueles eram carros lindos, e quando você foi em algum lugar com um carro como esse, você viajou no luxo."

Durante o otimismo industrial, a Ford abriu a “Wixom Assembly Plant” em 15 de abril de 1957, onde iniciou a fabricação do Lincoln nos subúrbios de Detroit.

Fora desse contexto, surgiram os planos para uma nova limusine presidencial.

Nascendo um Lincoln Continental Presidencial

A construção do veículo presidencial Lincoln Continental 61 conversível, do início ao fim, levou quatro anos entre conceber e construi-lo.

Segundo documentos da Ford, designers e funcionários do Serviço Secreto, iniciaram o projeto e desenhos em 1957. Na criação do carro, foram envolvidos muitos profissionais, entre eles, "mecânicos, moldadores, tapeceiros, cortadores de couro, pintores, ferramenteiros, joalheiros, eletricistas, funileiros... ...estilistas, engenheiros e muitos outros". Assim o veículo começou a ser construído em 3 de março de 1961 na planta de Wixom.

As mãos que construíram o Lincoln Continental ao longo dos 4 anos e linha de montagem, foram as mesmas que alavancaram a eleição presidencial de Kennedy em 1960.

Quando o veículo foi concluído, foi cortado ao meio e alongado em 105 centímetros, que permitiram adicionar mais 2 assentos para convidados, além do teto haver sido levantado mais 8 centímetros, para que fosse permitido o uso de cartolas. Inclusive adicionaram uma transmissão que pudesse sustentar o ritmo de desfiles ou rodar centenas de quilômetros. Também foi adicionado uma alavanca que subia a altura do banco traseiro, permitindo que o presidente fosse facilmente visto pelos espectadores.


A carreata seguiu ao longo da "Main Street" em Dallas (Foto by AP)
A viagem para Dallas

Pouco tempo depois que o carro entrou na garagem da Casa Branca em 14 de Junho de 1961, Kennedy deixou uma ordem permanente que o teto do Lincoln tinha que ficar aberto, tanto tempo quanto o tempo assim permitir, essa ordem foi reiterada durante uma viagem para Tampa, na Flórida, quatro dias antes o assassinato.

Às 11:40, o Air Force One chegou com o presidente e sua comitiva depois de um curto voo da Base da Força Aérea Carswell, em Fort Worth.

Algumas pancadas de chuva limparam o tempo na área Dallas no meio da manhã de 22 de novembro de 1963, e os agentes do Serviço Secreto tomaram a decisão de deixar o teto da limusine aberto na carreata programada de 45 minutos entre o campo de “Love Field” até “Trade Mart”, onde Kennedy ia discursar aos empresários locais.

Nos anos seguintes, a Comissão Warren esteve examinando o por que de viajar através do coração de uma cidade hostil, com o teto aberto, mesmo que de vinil que não eram à prova de bala.

A limusine tinha o códi-nome de X-100, conforme designado pelo Serviço Secreto, viajou a bordo de um avião C-130 de transporte militar a partir de Houston, onde Kennedy foi na tarde anterior. Às 11:40, o Air Force One chegou com o presidente e sua comitiva depois de um curto voo da Base da Força Aérea Carswell, em Fort Worth.

Antes de ir ao Texas, foi aconselhado pelo Vice-Presidente Sr. Lyndon Johnson, para não visitar Dallas, por ser muito perigoso, e que as donas de casa iam cuspir na cara dele. Quinze minutos depois, de haver deixado o campo de Love Field, no meio da carreata, poucos segundos antes de ser assassinado, ele ouviu as suas últimas palavras da Sra. Nellie Connaly, esposa do governador do Texas John Connally: "Sr. Presidente, não se pode dizer que Dallas não o ama".

Quinze minutos depois, de haver deixado o Love Field
Embora o “Trade Mart” e o “Love Field” estavam separados por apenas três milhas, os organizadores da viagem prepararam uma rota mais sinuosa pelo centro de Dallas. "Nós teriamos uma carreata onde quer que fôssemos," disse Kenneth O'Donnell, assistente do presidente, quando testemunhou perante a Comissão Warren. "Seria automático", disse ele, para viajar "através de uma área onde seria exposto ao maior número de pessoas."

  
A carreata incluiu 12 carros e pelo menos 15 motocicletas do Departamento de Polícia de Dallas. O agente do Serviço Secreto Bill Greer levou o “X-100”, em direção ao oeste ao longo da “Main Street”, ao norte em Houston Street e depois, às 12h30, à esquerda na Elm. Eles estavam a apenas cinco minutos do “Trade Mart”.


O comportamento do motorista da limusine de Kennedy, William "Bill" Greer, quando os tiros começaram a disparar, foi muito estranho. Em vez de acelerar a pleno vapor, a fim de tirar Kennedy para fora da zona de risco, fez exatamente o oposto, ele freou o veículo e quase chegou a parar totalmente. O filme "Zapruder" mostra claramente que Greer se vira e vê tudo o que acontece com o presidente, e aumenta a velocidade, porém esse procedimento deixou margem a dúvidas. Em seu depoimento, disse que não estava olhando para Kennedy, apenas, só "sentiu" que havia algo errado e o mal entendido foi totalmente esclarecido com o filme abaixo.

Depois do tiroteio

Horas mais tarde, o X-100 refez os passos do presidente falecido.

O presidente Kennedy foi levado ao “Parkland Hospital”, em frenéticos 5 minutos, após o tiroteio, a limusine e o Cadillac 55, receberam uma escolta policial para Love Field, onde já a bordo do C-130, foram levados para a Base da Força Aérea Andrews. Após a chegada, os carros foram levados para a garagem do Serviço Secreto em Washington, DC.



Os investigadores passaram um mês com a Limusine Lincoln Continental, buscando por fragmentos de bala e limpeza geral. No final de dezembro, o veículo foi colocado a disposição de um painel de 30 pessoas para decidir o seu destino. Assim foi decidido que não deveria ser dirigido por alguém e esmagado automaticamente.

Como o governo federal dos Estados Unidos da América não tinha outra limusine presidencial, e construir outra poderia levar anos, então foi assim que reconstruíram a que tinham em mãos.
 
O Lincoln Continental 61 sobreviveu, mas sofreu grandes mudanças
Agentes do Serviço Secreto enviaram o carro de volta para Hess & Eisenhardt, em Cincinnati, onde os engenheiros envolveram o carro numa armadura com um revestimento de titânio e construiram o teto à prova de balas. O tanque de gasolina estava cheio de espuma de plástico que minimizaria o risco de explosão, caso as balas fossem disparadas no tanque. Nas janelas foram instaladas vidros a prova de balas com cinco camadas de espessura.

Foi instaldo um segundo aparelho de ar condicionado na parte de trás do automóvel. Agora com um novo motor mais potente, uma nova armadura, o peso do carro aumentou em 900 kgs.

Lyndon Johnson emprestou o carro de J. Edgar Hoover, durante seus primeiros meses no cargo. Quando a limusine Lincoln Continental retornou ao serviço em 11 de maio de 1964, Johnson não apreciou a transformação e da cor azul-escuro.

Ele temia que a cor marcasse os acontecimentos de Dallas para sempre ligando à morte de Kennedy. Ele ordenou ao Serviço Secreto para pintar de preto.



O Lincoln Continental 61 em exposição no museu Henry Ford. (Foto: AOL Autos).

O Lincoln Continental 1961 serviu a cinco dos presidentes do país, portanto esteve por 16 anos na garagem da Casa Branca.


Esse veículo teve grande importância ao longo do mandato de Lyndon Johnson, que não gostava de usar o “X-100” por causa de sua ligação com a morte de Kennedy.

Com o tempo, a visibilidade e a segurança do carro continuou, mas a sombra de Kennedy sobre o veículo desapareceu.

Johnson queria poder abaixar a janela para poder acenar para os espectadores durante carreatas. Nixon queria uma abertura no teto, para que ele pudesse ficar em pé e ser visto por multidões. Ambas correções foram negadas como contramedidas nas armaduras instaladas após o assassinato, porém executadas.

O Lincoln Continental poderia passar o resto de seus anos esquecido, mas ainda viajou com Lyndon Johnson ao Vietnã, com Nixon à China e com Gerald Ford foi a União Soviética. Esse veículo fez sua última viagem a Londres e Newcastle com o presidente Carter em maio de 1977.

O carro foi devolvido à Ford, pois o governo federal pagava o aluguel de  US$500 por ano.

O carro que viajou o mundo voltou ao lugar de seu nascimento.

A fábrica relembrou do seu 50º. Aniversário em 2007, no mesmo ano em que a Ford decidiu cortar importantes projetos no auge da recente recessão.

A sede mundial da Ford, onde os esboços do veículo presidencial foram desenhados pela primeira vez em 1957, está cerca de dois quilômetros do museu Henry Ford.

50 anos depois, visitantes ainda lhe prestam homenagem
Após a masterização do filme de Zapruder em Alta Definição, abriu a dúvida com o motorista da limusine William “Bill” Greer, porém apareceram outros vídeos como este abaixo, que derrubou a tese do motorista que disparou ao Presidente Kennedy, sem comentários depreciativos sobre a integridade de qualquer ser associado a este problema.
 
 
Todo esse emaranhado de teses e contra teses continua porque ninguém acreditou na história de que Lee Oswald matou o presidente…

O agente do FBI aposentado e chefe de polícia local, foi o primeiro dos investigadores em Dallas, a examinar o assassinato de JFK, e agora vem a público novamente, pois se deparou com os registros e relatórios originais adulterados. Ele sabe porque foi ele quem apresentou os relatórios originais. Uma  década de longa investigação o levou a aprofundar-se dentro da história no Arquivo Nacional e muito mais além. Passo a passo, ele diz que aprendeu muito e pode provar que Lee Oswald não matou JFK.

Relatado no livro de Dom Adams “"From an Office Building with a High Powered Rifle"


Morte e Cospiração by Fical Jim Garrison



Filme "Últimos 30 dias" – Crise dos Misseis de Cuba
2:19:38 horas 
 


Trajetória da bala perdida na cabeça do presidente JFK
 



Filme Zapruder em Alta Definição (2012) 
 
 
Em outras palavras a sociedade americana continuara se questionando por muitos anos, Em outras palavras a sociedade americana continuara se questionando por muitos anos.

UM RESUMO DA HISTORIA CONTADA DE UMA FORMA GERAL

Há exatos 50 anos, precisamente no dia 22 de novembro de 1963, o presidente John Kennedy era assassinado durante uma carreata na cidade de Dallas, Texas. Um crime que chocou o mundo e sobre o qual até hoje paira um grande mistério. São dezenas de teorias sobre quem realmente teria disparado o tiro fatal que cortou a vida de um dos mais populares presidentes dos Estados Unidos.

Entre as muitas teorias que tentam elucidar a morte de Kennedy, uma delas chama a atenção porque, segundo seus autores, o presidente teria sido morto acidentalmente, por um de seus próprios seguranças.

Resumidamente, essa teoria sustenta que Lee Oswald disparou alguns tiros contra a carreta presidencial, onde Kennedy e Jaqueline desfilavam em carro aberto saudando a multidão que os aplaudia. Nesse momento, um dos seguranças da comitiva presidencial, que seguia no carro imediatamente atrás da limousine presidencial, sacou rapidamente seu rifle Colt AR-15, de alta velocidade, para responder ao fogo.

A teoria sustenta que, com o tumulto causado pelos tiros de Oswald, o carro onde estava o agente George Hickey  parou de repente. E ele teria se desequilibrado e sua arma disparou acidentalmente contra a cabeça do presidente.

Evidentemente, aqui apresentamos a teoria de forma resumida, mas seus defensores levaram mais de vinte anos examinando todas as provas, depoimentos e laudos técnicos disponíveis para chegar a essa conclusão. O jornalista Bonar Menninger, um dos maiores defensores dessa teoria publicou o livro “Mortal Error: The Shot that Killed JFK”.

O relatório da Comissão Warren, que investigou o assassinato de Kennedy e concluiu que Lee Oswald agiu sozinho, inclui uma breve menção a Hickey:  "O Agente Especial George W. Hickey,  que seguia o carro presidencial, sacou e levantou um rifle automático quando ouviu o último disparo. Neste ponto, os carros partiram em excesso de velocidade através do túnel para deixar a cena do tiroteio, mas Hickey manteve a arma automática pronta enquanto o carro disparava em direção ao hospital”.

Seja como for, acidental ou não, a morte de John Kennedy, está entre aquelas que abalaram o mundo. E pelo visto nunca se saberá efetivamente o que aconteceu naquele dia 22 de novembro de 1963, em Dallas. Cada um que fique com a sua.

A Comissão Warren concluiu em 1964 que Oswald agiu sozinho.
Fonte: Aol Autos by Peter Bigelow, Ford Motor Co., Bob Kreipke, Matt Anderson curador do museu Henry Ford, Arquivo Nacional dos EUA. Morte e Conspiração by Fiscal Jim Garrison, Olhar News.

Fonte: A história de um presidente líder e assassinado em seu país

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